O produto da resenha de hoje eu custei um bom tempo usando-o até decidir melhor sobre ele. Antes de prosseguir, gostaria de informar que já fiz outras resenhas com filtros solares da mesma linha, como o Protect Face Milk e o Perfect Face Milk.

Mas de início informo: não posso mais ficar sem filtros solares asiáticos. Sério, meu estoque tinha acabado e como as minhas encomendas estavam atrasadas, precisei usar amostras de filtros que eu tinha na gaveta. Sinceramente foi praticamente impossível.
A primeira tentativa foi o La Roche Posay Anthelios AC Fluide Extreme Pele Oleosa/Acneica FPS 40: péssima textura, péssimo acabamento, péssima matificação. Aliás, o grau de white cast deste produto, com pouco filtro físico, é pior que qualquer filtro asiático quase 100% físico. Além disso, ardeu bastante a pele. Eu duvido que as pessoas que aprovam um filtro desse usam a quantidade correta. Eu mesmo não consegui e não tive coragem de reaplicar. Gostaria de ressaltar que a minha “birra” com os filtros Anthelios é por causa da textura grosseira deles – que a empresa alega em alguns produtos serem produzidos para a pele brasileira – o que os tornam inviáveis para o dia a dia. Mas eles têm excelente proteção UV-A e UV-B e acho ideal para praia, piscina e atividades ao ar livre.
Depois testei o Sun Max Sensitive FPS 30: ele está no mesmo encruzo que eu colocaria o Episol Gel FPS 30. Não preciso comentar o quanto foi desagradável usá-lo. Uma sensação péssima na pele, a ponto de precisar lavar o rosto no meio do dia para usar outro filtro. Eu realmente fiquei muito chateado com isso, ele deveria ter antioxidantes na fórmula por ter causado um aumento dos radiais livres só pelo stress – deboche, claro.
Então, comprei o Neutrogena Ultra Sheer Facial Lotion FPS 35. Já tinha lido que ele foi “inspirado” nos filtros japoneses. Só que em nada lembra um filtro asiático: embora seja uma loção fluida, o acabamento é pegajoso, não “some” na pele, pelo contrário, deixa a pele “lubrificada”, aquele brilho que parece que acabou de andar léguas no sol. Também não foi possível aplicar todo o conteúdo de uma colher de café, com uma camada a pele ficou pegajosa, conforme ia aplicando outra camada, só piorava a sensação. Eu não cubro a minha pele com base e pó para finalizar e percebo que muitos que “aprovam” filtros assim, fazem todo o serviço de make-up após.
A proteção dele parece excelente, pois conta com Tinosorb S e M, Uvinul T e a marca mudou o complexo Helioplex, agora eles usam Avobezone estabilizado com Octocrilene – antes era o Benzofenone 3. Porém, eu não tive coragem de usá-lo mais e não valeria fazer uma resenha sobre o produto.
Pensei até em mantê-lo apenas para usar na área dos olhos, só que preferi devolvê-lo e adquiri um lançamento da L’Oréal Paris: Expertise Facial FPS 60 Toque Seco. Por um lado, ele tem os mesmos filtros da linha Anthelios, aliás, contei nove filtros na fórmula, acho que dos populares é um dos filtros com a mais alta proteção UVA foto-estável, excelente neste ponto. E se um Anthelios similar custa uns 70 reais, este Expertise custa 40 reais, ambos da mesma empresa. Por outro lado, o toque seco e ação sebo-reguladora, tenho a impressão que a empresa fez testes na Sibéria. Porque todo filtro solar que a empresa alega ser oil control, toque seco, anti-umidade, parece o contrário.
Esse eu também não consegui usá-lo, além de não aplicar uma quantidade correta, o produto não aderia na pele na hora de reaplicar, cheguei a ficar com os dedos cheios de resíduos brancos, esfarelados. As laterais acumulavam produto. Foi outro filtro que eu devolvi!! E para finalizar, desisti de qualquer outra tentativa e preferi pedir um vale para comprar minhas vitaminas antioxidantes. Eu usaria o Expertise Facial FPS 60 na praia, na piscina, em caminhadas, pela grande proteção que ele confere, mas no dia a dia, não faz mais sentido na minha rotina andar com a pele melecada de protetor.
Além do mais, a minha pele reagiu muito mal aos produtos. Se eu poderia reclamar de white cast e oclusão com os filtros asiáticos. Todos os vendidos aqui e descritos acima me deram cravos vermelhos no final do dia.
Percebi que os filtros japoneses são mais minimalistas em ingredientes e assim chegam a ter, no máximo, uns quatro filtros apenas, mantendo a elevada proteção com filtro físico. Os ocidentais usam o dobro de filtros, então, a pele tende a ficar mais irritada – no meu caso – e a “pesar” na pele. Um protetor com nove filtros não fica seco na minha pele.
Eu já estava prestes a viver feito vampiro até receber alguma encomenda quando a leitora Lidiane Rezendo gentilmente enviou-me um filtro japonês: Omi Solanoveil Medicated Bihaku White Milk SPF 50+ PA+++

Segundo alegações do site da empresa, este filtro impede a formação de melanina e evita manchas e sardas causadas por queimaduras solares. Ele conta com Vitamina E, Extrato de Licorice e Extrato de Placenta, além de Ácido Hialurônico e Extrato de Amora para hidratar a pele. Resistente ao suor, ao sebo e à água. A embalagem é similar aos outros produtos da marca: bico fino dosador e quantidade de 40 ml. Você deve agitar o produto antes de aplicar sobre a pele:
A textura é bem líquida, não tanto quanto a versão Protect Milk - que parece filtro solar diluído em água – mas bastante fluida comparada com filtros como o Sofina ou Bioré, que são um pouco mais consistentes. Eu não gosto de texturas aquosas demais, pode parecer mais fácil de espalhar, só que requer bastante atenção para não reduzir demais a proteção ao aplicar.
Filtros líquidos demais também não são muito práticos na hora de “medir” a quantidade correta de aplicação. Este, por exemplo, pode escorrer na mão se aplicar uma boa quantidade. O que eu faço? Aplico em camadas: começo aplicando na testa, espalho gentilmente, sem esfregar a pele. Sempre iniciando do centro para as laterais. Depois aplico outra camada. E faço isso até cobrir cada área do rosto de forma homogênea:
A espalhabilidade deste produto não é muito prática, embora a textura é agradável para deslizar sobre a pele, mas mesmo ele tendo uma quantidade menor de filtros minerais, percebi no ato da aplicação que pode deixar a pele manchada de pigmentos brancos. Eu notei que filtros assim, quando estão no final do frasco, pioram o acúmulo de pigmentos.
As laterais do rosto acumulam resíduos esbranquiçados, ficando com a raiz do cabelo suja. Onde há dobras ou vincos, por exemplo, nos cantos do nariz, pode acumular pigmentos. Ele dá o mesmo desconforto na hora da aplicação como a versão Perfect Milk, pois requer um cuidado extra para não deixar um tom desigual. Na foto acima eu tinha apenas espalhado um pouco para mostrar a cobertura, não é o acabamento final.
Eu preciso sempre observar, enquanto o produto seca na pele, se a mesma ficou levemente manchada e passar um lenço nas laterais para limpar a raiz do cabelo. Também preciso espalhar além do contorno da face até o pescoço, ou corro o risco de ficar com uma linha esbranquiçada.
Você não deveria esfregar um filtro solar na pele para não dilui-lo, mas filtro físico tem que ser espalhado de forma correta para evitar placas brancas ou acumulo de pigmentos. Na verdade, é como se aplicasse uma base na face, onde você precisa espalhar homogeneamente para evitar sobreposição de pigmentos. Mas isso é muito sutil, eu gosto de observar depois num espelho de aumento diante da luz do dia para ter um “diagnóstico” melhor. Por tudo isso, ele requer um tempo demasiado na aplicação que qualquer outro filtro solar que eu já usei.
O filtro solar pode parecer inicialmente úmido, não tem uma textura extra-seca como o Bioré Milk, é mais próximo da textura do Protect Milk, mas como tem bastantes silicones voláteis, seca relativamente rápido, sem deixar sensação pegajosa. Ele não leva álcool e permite um acabamento sedoso imediato, com toque hidratado. Ele tem perfume, mas eu diria que é um dos melhores odores que eu já senti em se tratando de protetor solar – tá certo que filtro solar não costuma ser “perfumado” – é bem leve, agradável e você só percebe quando está aplicando próximo ao nariz, melhor só o perfume do Sofina Jenne.
Teste de Pegajosidade: assim como nos outros testes similares, sugiro a leitura do teste que eu fiz com a versão Protect Milk, que mostrar de forma melhor exemplificada o método. Mas basicamente consiste em aplicar uma “moeda” de protetor na palma da mão, espalhar bem, esperar 1 minuto par absorver, em seguida jogar uma colher de café cheia de aveia sobre a mão e despejar.
Comparei o teste do White Milk com o do Protect Milk, que na minha opinião, tinha o melhor resultado no teste de pegajosidade:
Como pode perceber, o resultado foi muito similar ao teste do Protect Milk: sobraram apenas alguns grânulos e farelos. Gostaria de ressaltar que ambos os filtros não levam álcool, contêm hidratantes e clareador, além de não serem específicos para peles oleosas.
Acabamento final: após alguns minutos a pele ganha uma aparência muito bonita e uniforme, eu diria que ele faz jus ao nome “bikahu” – termo japonês, tanto culturalmente quanto em cosméticos, para uma pele com brancura bonita – pois a pele parece mais clara, luminosa, porcelanada, embora muito “glam”. Ele confere aquele “padrão asiático de beleza” que eu sempre comento por aqui: pele clara e brilho orvalhado.
Isso me deixou intrigado, pois conferindo a lista de ingredientes dele eu percebi que o White Milk é um dos filtros com menor ingredientes físicos na fórmula, e você pode notar isso no sensorial, pois a pele não repuxa, não dá secura ou sensação de sufocamento, como pode ocorrer com filtros que tenham grandes quantidades de filtros minerais.
Por exemplo: eu apliquei o White Milk na área do rosto e nas outras, apliquei o Perfect Milk, que tem mais filtros minerais, além de álcool e talco, praticamente em termos de white cast e matificação foram semelhantes, eu diria que na área do White Milk estava até mais clara e opaca.
Eu diria também que o efeito oclusivo dele é baixíssimo, só após duas semanas que eu apresentei, esporadicamente, um ou outro cravo vermelho no final do dia – sem ter certeza absoluta que foi causada pelo protetor. Mas irei comentar melhorais à frente.
Esteticamente, é como se ele tivesse mais filtros minerais. Eu não costumo me importar com o white cast oriundo dos filtros japoneses – ainda mais depois de notar o efeito que alguns filtros vendidos aqui proporcionam – mas o white cast do White Milk me incomodou no início.
Primeiro que o espalhamento dele requer atenção dobrada; segundo que reaplicá-lo pode aumentar ainda mais a brancura; terceiro que esse ar “glam” pode deixar a minha pele um pouco “artificial”: a maioria dos filtros asiáticos que dão white cast, como o Bioré Milk ou Sofina Jenne, funcionam na minha pele rosada para atenuar o rubor. Como o meu rosto tende a puxar para o rosado-avermelhado e meu pescoço e colo são mais claros, um leve white cast atenua a diferença, ficando natural. Mas com o White Milk é como se tivesse um tom a menos e dependendo da luminosidade (luzes frias em escritório ou academia), posso parecer um personagem de Twilight.
Assim, eu comentei os pontos desfavoráveis do produto e não indicaria para peles morenas, pois ele dá uma palidez acetinada, ainda que não tenha mica ou uma grande quantidade de filtros minerais com as outras versões da Solanoveil, a menos que após a aplicação dele, use alguma base ou pó tonalizante para finalizar.
Bom, este filtro tem uma das melhores sensações de protetor solar na pele: não sinto aumentar a oleosidade, pelo contrário, ele não tem acabamento seco ou opaco, não matifica de imediato a pele, porém, percebo ao longo do dia que a pele continua com a oleosidade controlada. Acho interessante isso, pois ele não tem talco e álcool para ajudar no controle do excesso de sebo. O brilho que ele deixa na pele é do acabamento “glam“; alguns podem até deixar um brilho de umidade/ hidratação, mas este é bem suave.
Num dia quente, após andar no sol, o máximo que eu preciso fazer é tocar a pele suavemente com um lenço absorvente. Simples! Em compensação num clima ameno ele ficou impecável, mesmo num dia mais frio ele não incomoda e nem preciso abusar de hidratantes. Irei mantê-lo na época do inverno.
Ainda sobre o efeito “bihaku” dele: a sua pele fica clara o dia todo!! Incrível! Minha pele não fica vermelha no calor, após exposição ao sol, após atividades físicas, após um longo dia suando, quando é normal o sebo oxidar e a pele ganhar um tom amarelado. É o filtro mais “gueixo” que eu já testei, Aliás, parece ser uma característica dos filtros da Omi Solanovel: deixar a pele com um acabamento bonito ao longo do dia.
Ele pode ser usado como base de maquiagem devido ao ótimo acabamento primer e, dependendo da quantidade usada, pode cobrir poros e atenuar olheiras. Lembra neste ponto o Protect Milk. Eu tenho usado-o como “base” quando quero sair à noite, apenas finalizo com o Avon Magix Face Perfector: a oleosidade fica controlada e, por incrível que parece, o Óxido de Zinco não refletiu a luz do flash nas fotos.
Sobre os ingredientes: como comentei, analisando a lista de ingredientes, podemos perceber que os filtros minerais estão em quantidades inferiores, eu diria que em torno de 5% ou menos. Mas isso é no “chute“, porque a empresa não fornece a porcentagem na embalagem. Como ele tem bastante silicones e um filtro químico para elevar o fator de proteção solar, talvez a aparência esbranquiçada possa ser principalmente do dióxio de titânio - que não precisa de muito para deixar a pele branca – ou eles usam partículas maiores de filtros minerais que dão este efeito na pele.
Eu tenho buscado protetores asiáticos com um quantidade razoável de filtros minerais, em torno de 8% de Óxido de Zinco, por exemplo, somados a outros ingredientes UV-A e UV-B, para evitar alguns desconfortos que eu sinto com protetores com quantidades maiores de Óxido de Zinco: sensação de sufocamento, obstrução dos poros, repuxamento, secura…, etc.
Eu passo 12 horas com ele e sinto como se não tivesse aplicado nada. Infelizmente não sei se o Solanoveil White Milk responder a esta necessidade. Mas ele parece conferir uma proteção imediata, pela barreira física e visível na pele, com grande cobertura, e excelente resistência ao suor. Sem contar que é um filtro com alta proteção UV-B (SPF 50+) e UV-A (PA+++) somado que ele é destinado a suprir prevenir manchas.
*Update: a partir de 2013, os filtros japoneses contarão com uma atualização classificação do Índice de Fator de Proteção UV-A, conhecido como PA. A Classificação mais elevada, PA+++ (PPD >8) será substituído por PA++ ++(PPD >16, ou seja, tem no mínimo um PPD 16 ou superior). Acredito que seja apenas na nomenclatura, pois muitos filtros, pelos ingredientes, já demonstravam ter um PA altíssimo.
Ele tem entre os primeiros ingredientes dele alguns silicones, como o Dimethicone/ Vinyl dimethicone Crosspolymer e o Cyclopentasiloxane que dão um acabamento confortável e um toque sedoso e elegante à pele,aliás, um sensorial perfeito. Isso também ajuda a segurar a oleosidade, junto com as sílica presentes na fórmula.
Para prevenir manchas e melhorar o tom natural da pele, o Solanoveil White Milk tem um “quasi-drug“, Extrato de Placenta, que segundo um estudo sobre ingredientes Bihaku “quasi-drug”, ajuda a acelerar a renovação da pele e remover a pigmentação, ou seja, o seu mecanismo de ação age na epiderme. Chama atenção que é comentado que o Extrato de Placenta é tão popular quanto a Vitamina C como ativo clareador, porém, extrato placentário foi mostrado em estudo que pode aumentar a síntese de melanina da pele. No presente estudo, descreve lipídios extraídos de placenta humana, mas nos cosméticos japoneses é usado extrato de placenta derivado do porco – o mais comum era o bovino, mas devido o “mal da Vaca Louca”, foi descontinuado.
Sinceramente, a minha pele parece mais translúcida, talvez, devido também a presença do Extrato de Licorice que tem ação “calmante”, prevenindo manchas inflamatórias e a melanogénese e popularmente encontrado em cosméticos anti-manchas e anti-acne.
O Extrato de Raiz de amoreira tem ação similar, anti-inflamatória e clareadora, onde em “estudo comparativo da inibição da tirosinase da ação do extrato de amoreira com ácido kójico e hidroquinona, revelou que o papel de amoreira era eficaz, mas não tanto quanto os outros ingredientes combinados. O extrato de amora a 1% é observado por causa nenhuma irritação significante na pele. É é um bom ingrediente para procurar em produto de clareamento da pele, uma vez que ele age melhor combinado com outros ativos”.
Desta forma, achei os ingredientes interessantes, pois são clareadores que agem de diferentes meios: inibindo a síntese de melanina, prevenindo a hiperpigmentação da pele por ação anti-inflamatória e acelerando renovação celular. Mas talvez alguns desses ingredientes tenham mais ação de marketing, pois o Extrato de Raiz de amoreira consta no final da lista de ingredientes, depois dos conservantes. Eu não consegui avaliar com precisão os outros ativos, pois eles são deslocados da lista completa.
E para finalizar, ele conta com agentes hidratantes, como o próprio silicone Dimethicone, que cria um filme oclusivo e previne ressecamento; um derivado do Ácido Hialurônico, umectante; e o próprio Extrato de Amora que é listado na fórmula com ação hidratante.
Recomenda-se suar um demaquilante ou óleo de limpeza para retirá-lo da pele.
Para saber mais da lista completa, consulte o site da Ratzilla.
Na minha opinião (subjetiva) o Solanoveil White Milk é um dos melhores protetores Custo X Benefício que eu testei até agora. Apesar da espalhabilidade e a palidez me incomodar, este filtro é confortável e parece melhorar a sensibilidade da minha pele. Peles sensíveis que não toleram álcool; quem sente secura e oclusão com filtros físicos podem gostar deste produto.
Não é extremamente matificante, mas superior neste quesito aos outros filtros ocidentais “típico” vendidos aqui. Cobertura bonita – indicada mais para mulheres. Eu diria que ele é mais “sara sara“: sedoso, não-pegajoso e liso. O fato de não ter álcool o torna ainda melhor. Na minha experiência, filtros japoneses com proposta whitening costumam ser mais “úmidos” e raramente consigo usá-los, mas o White Milk me surpreendeu.
Ao contrários dos filtros vendidos aqui, o Solanoveil White Milk faz um bem ao ego, tem horas que eu me olho no espelho e a pele está muito bonita, até mesmo nomeio do dia, quando é comum a minha pele está “derretendo” e mais avermelhada, mas com ele a pele continua com aparência suave e basta apenas um blotting para ficar melhor.
É o meu preferido entre outros Solanovel e ouso dizer que estou gostando mais dele que o Kanebo Allie Perfect Alpha: O Solanoveil White Milk matifica um pouco mais; levemente mais oclusivo que o Allie Perfect Alpha, mas incomodo pouquíssimo os meus poros; tem ingredientes que ajudam a suavizar e acalmar a minha pele; não tem álcool; sensorial digno; o custo dele é quase 3 vezes mais em conta que o Allie Perfect Alpha. É um protetor que você comprar por 10 dólares, mesmo com frente ainda sai mais em conta que comprar um filtro popular na farmácia. O problema do Allie Perfect Alpha é que esgota sempre e eu procuro um substituto, mas não quer dizer que o Solanoveil White Milk é o meu favorito, planejo em breve começar a testar outras marcas.
Agradeço mais uma vez à leitora Lidiane Rezende pela gentileza de enviar-me o produto.
- Onde comprar: No Ebay, há vendedores comercializando o produto por uns 10 dólares. No Adam Beauty tem a linha completa e alguns leitores estão comprando por 11 dólares, com acréscimo de u$ 2 de frete fixo. No Brasil, a Vânia revende por 63,70.
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Tags:Clareador, Manchas, Protetor Solar