Clareadores Japoneses – Parte I

29 nov

Não tem como falar dos tratamentos de beleza asiáticos sem comentar dos clareadores.

É praticamente regra entre os cuidados de skincares deles usar produtos com ingredientes que vão agir contra a hiperpigmentação e uniformizar o tom da pele. De loções, essence (serum), emulsões, filtros, maquiagem, sempre encontra um ingrediente clareador.

E quem pensa que se restringe apenas as mulheres, há linhas específicas masculinas com algum “whitening” no rótulo.

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Mas será que isso ocorre porque eles abusam do sol? Exatamente o oposto. Se aqui tratamentos clareadores são indicados após o surgimento de manchas, no Japão são usados como preventivo e você percebe que até as adolescentes com a pele intacta usam clareadores na pele.

Um dos diagnósticos para isso é que a pele asiática é reativa a pigmentações, e embora clara, se assemelha com peles mais escuras (fototipos IV): raramente se queima, é propensa a bronzeamento rápido, contra-partida,  tem tendencia a ter hiperpigmentação, como as hipercromias inflamatórias após traumas, queimaduras, cortes e a cicatrização em conseqüência desses ferimentos pode gerar áreas fibrosas como quelóides.

Também é uma pele que pode apresentar lentigos senis e outros transtornos do fotoenvelhecimento. Segundo este estudo, devido a presença de proteína na melanina da pele ser diferente na da pele caucasiana:  “Esta proteína proporciona fotoprotecção até certo ponto, fminimizando fototoxicidade e tornando a pele menos vulnerável aos efeitos fototóxicos agudas e crónicas. No entanto, esta população mostra os efeitos do fotoenvelhecimento em termos de pigmentação, enrugamento, e queimadura solar”.

Outro fator é que o surgimento de melasmas, devido às variações hormonais, são características genéticas de peles asiáticas e hispânicas.

Basta ressaltar que os asiáticos primeiro se preocupam com a prevenção e tratamento de hipercromias e depois com o envelhecimento da pele e por isso produtos bihaku – um conceito de beleza que significa “branco bonito” e é usado para denominar produtos com agentes clareadores – são os carros-chefes nas linhas de beleza.

Mas faz sentido essa preocupação: manchas de pele contribuem esteticamente para uma aparência mais envelhecida que as próprias rugas em si. E para manter a pele clara e lisa, o “branco perfeito”, como as gueixas vale de tudo: sombrinhas, luvas, roupas compridas, evitar o sol a pino e até pílulas que inibem a melanina.

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Só que fique bem claro é que nada disso é para “branquear” a pele a lá Michael Jackson, ou seja, alterar o tom de pele natural.

É uma questão cultural, contrapondo, por exemplo, aqui no Brasil onde ter a pele bronzeada é status de beleza.

Os asiáticos até gostam de uma pele bronzeada, mas quando é uniforme e bem cuidada. O ideal de pele saudável é uma pele sem manchas, delicada e com brilho radiante – ocorre principalmente porque eles não receiam por produtos que dão aspecto úmido-hidratado. Logo, é justificável que para conseguir este ideal, proteger-se do sol é fundamental, além do uso de clareadores e hidratantes, basta dizer que usar um produto bihaku no Japão seria como para os ocidentais usar um anti-aging.

Só que devido a esta diferença cultural no Brasil, a busca por clareamento de pele está entre as principais queixas nos consultórios dermatológicos aqui no país.

Mas sem o apelo de ter a pele branca, apenas para ficar livre de manchas escuras e tom de pele irregular.  Porém, o problema já começa na infância, porque é a exposição solar na juventude que desencadeia as primeiras manchas de pele. Se quando criança, as sardas dão um aspecto “atraente” e digno de comercial de TV, quando chega à maioridade, viram um pesadelo.

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A exposição solar é o principal fator na produção de transtornos pigmentares ou discromias, porque aumenta a produção de melanina, um defesa natural da pele. Só que quando ocorre um excesso nesta produção, ou seja, os melanócitos produzem mais melanina do que precisa, surgem alterações na pigmentação normal da pele: as hipercromia, pigmentação mais escura que a tonalidade natural da pele, como as efélides (sardas), os lentigos solares e os melasmas.

E como é justamente a exposição nos primeiros vinte anos de vida é que vão somar para o tempo restante, praticamente para evitar manchas ao longo da idade o paciente teria que usar filtro solar desde muito cedo – acredito que as gerações seguintes terão menos problemas assim, pois observo que crianças e jovens já fazem uso de proteção solar diária.

Segundo a Dra. Leslie Baumann em seu livro “Pele Saudável“, estudos mostram que crianças que usam filtro solar desenvolvem menos sardas.

Também é na juventude que se inicia as mudanças hormonais: a pele começa a produzir mais óleo que leva a um quadro de acne. Acne é um diagnostico de inflamação na pele e pode desencadear o desenvolvimento de pigmentações no local da erupção, com isso, surgem manchas avermelhadas ou acastanhadas, dependendo do fototipo cutâneo. Em peles morenas e negras são mais frequentes devido a quantidade maior de melanina.

E como se não bastasse, entre os 20 e 30 anos, é a fase onde se inicia tratamentos anticoncepcionais e a gravidez, ocorrendo o aumento dos níveis de estrogênio. Desta forma, os melanócitos começam a produzir mais melanina e geram manchas acastanhadas circulares que surgem ao redor dos olhos, bochechas e queixo.

Então poderíamos falar de três tipos de hipercromias:

- Manchas Solares: decorrente da exposição solar ao longo dos anos, sem proteção solar adequada, que estimulam os melanócitos (melanocitóticas) e o aumento na produção de melanina (melanóticas). Surgem tanto por hereditariedade, como os lentigos solares e as efélides (sardas); quanto por exposição adquiridas, no caso dos melanoses solares (senis) e as fitodermatoses (manchas de contato com ingredientes cítricos, perfumes…). O bronzeado ou o tom irregular da pele seria um outro exemplo de hipermelanose adquirida, porque interfere na coloração natural da pele.

Enquanto que algumas manchas, como as sardas, podem ser tratadas da melhor forma e controladas, porque ocorrem na camada basal da epiderme e pelo aumento da produção de melanina pelos melanócitos já existentes. Assim, é comum escurecerem no período de maior intensidade solar e diminuírem no período invernal.

Enquanto que os lentigos e melanoses tendem a piorar com a idade por causa do ano solar acumulado. Na verdade, embora surjam em pessoas com a idade avançada, pode ser visível anteriormente com o uso de aparelhos especiais, como o dermatocópio e a luz de wood.

Proteção solar é a chave para a prevenção, mas quando há manchas, cabe usar inibidores da síntese de melanina e remoção das manchas. A Dra Denise Steiner corrobora que:

“Para que ocorra inibição da atividade global do melanócito, é importante evitar radiação solar e utilizar filtro solar, sistêmico e tópico diariamente, várias vezes ao dia. Está comprovado que a radiação solar induz a melanogenese aumentando o número total de melanócitos, melanossomas e melanina. A área pigmentada escurece mais do que a área normal devido a hiperatividade do melanócito local.”

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- Alteração Pigmentar Pós-Inflamatória: surgem após traumas, ferimentos, picados de insetos, cortes e inflamações na pele, podendo varias de coloração conforme o fototipo cutâneo. Manter a barreira de proteção da pele sempre fortalecida – ou seja, usar hidratantes -, evitar ingredientes alérgenos e prevenir contra irritações e inflamações – em peles acneicas, uso de antibióticos controlados e anti-inflamatórios – são armas para evitar tais manchas que se confundem com cicatrizes.

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- Manchas decorrentes do aumento de níveis hormonais (ex: melasmas e cloamas).  Enquanto que a melasma está também associada a fatores genéticos e ambientais, neste caso, uma hipermelanose adquirida, o cloasma é mancha típica de gravidez. De modo geral, afeta mais as mulheres, mas podem ocorrer também em homens, em menos porcentagem. Em ambos os casos, ocorrem na face, de forma assimétrica, a fronte e maças. As manchas podem varias de coloração (marrom acastanho claro e/ ou escuro) e de profundidade (nível epidêmico, nível dérmico e misto).

É o tipo de hipercromia que mais há procura em consultórios médicos e clínicas de estética. Mas o tratamento pode variar conforme a sua localização, sendo que a nível epidérmico, quando é superficial, localizada nas camadas basais e córnea, o tratamento com cosméticos e procedimentos, como peeling e laser, podem apresentar melhoras graduais.

Entretanto, o melasma quando se localiza em maior profundidade, na derme superficial e profunda, ou seja, nível dérmico, apenas cosméticos com maior permeação de ativos despigmentantes e intervenções onde  acamada dérmica é retirada, apresentam resultados satisfatórios.

O uso diário de filtros solares, cremes clareadores e evitar tomar contraceptivos e reposição hormonal, pois aumenta a pigmentação da pele, são formas de prevenção e manutenção.  O lado positivo é que tende a reduzir quando a produção de hormônios diminui na menopausa.

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Ademais, outra dermatologista, a Dra. Baumann descreve que discromias podem ser típicos de peles sensíveis e pigmentadas, revelando que o primeiro fator é que torna a pele mais propensa às reações alérgicas, situação agravante de hiperpigmentações:

“A inflamação é causada pelo aumento da presença de células brancas e vermelhas do sangue, que migram para o local onde ocorre um dano para ajudar na recuperação. Espinhas queimaduras, picadas de inseto, sangramentos, erupções e reações alérgicas são os eventos mais comuns, mas qualquer tipo de inflamação, mesmo uma concentração de sangue no local de um corte, pode desencadear a formação de manchas marrons. Qualquer fonte de calor exterior ao corpo também pode aumentar a inflamação em sem interior.”

E comenta, por exemplo, que climas quentes, queimaduras, excesso de calor, saunas, depilação com cera quente, peelings químicos fortes, até mesmo alisamento de cabelo podem gerar inflamações e manchas decorrentes.

O consolo é que cada vez mais a indústria cosmética está pesquisando e desenvolvimentos novos agentes despigmentantes. E não poderia mais uma vez destacar o Japão como pioneira neste ponto: arbutin e ácido kójico, dois despigmentantes muito usados em cosméticos no Brasil, são de origem nipônica e comercializados há tempo. Mas comentarei em outro post sobre cada um desses ingredientes e outros. Aguardem!

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72 Respostas to “Clareadores Japoneses – Parte I”

  1. Priscilla 6 de agosto de 2012 at 10:10 #

    Nando, o que vc indica para nós (mulheres) passarmos em áreas que às vezes escurecem como axilas e virilhas? Eu sou branca, sei que gilete e cera causam isso mas para mim, por enquanto, não dá para fazer laser e não tive bons resultados com a luz pulsada. Bjos e adoro o blog!

    • Nando Goober 6 de agosto de 2012 at 14:04 #

      Tem produtos específicos para manchas escuras no corpo, mas são basicamente os mesmos ingredientes usados nos produtos faciais. Você pode tentar com loções com ácido salicílico que atuam em manchas inflamatórias. Eu acabei de publicar um produto que tem clareador para manchas inflamatórias também. Vou postar depois uma loção corporal com ácido salicílico que parece ótima. No Japão, a Nívea tem uma série de loções e cremes para manchas no corpo, a Vânia tá importando.

      • Priscilla 6 de agosto de 2012 at 14:10 #

        Nando que loção com salicílico para o corpo é essa? Eu já vi com Glicólico (glytone) e acho até que vou comprar. Tb me indicaram fazer um peeling de salicílico com glicólico em cima. Tô pensando em comprar da Cellbone ou Cosmetic Skin Solutions. Vc conhece essas marcas? No site da Cellbone tem tanta coisa que dá uma vontadinha….

      • Nando Goober 6 de agosto de 2012 at 14:14 #

        Da Paula’s Choice. Leia a resenha que eu postei sobre uma loção facial dela. Não conheço o produto que indicou. Peeling não sei se seria ideal, pois é uma área que com o atrito da gillete vai continuar tendo manchas, o jeito e prevenir.. usar produtos para evitar, hidratar bem com ureia ajuda.

  2. Priscilla 6 de agosto de 2012 at 14:14 #

    Ah… o que vc acha desse hidroquin forte pela composição dele?

    http://www.sesderma.com/swfproductos/437.swf

    • Nando Goober 6 de agosto de 2012 at 14:19 #

      Não conheço, mas as concentrações são fortes.. o nome é só comercial, pois não leva hidroquinona. Tem produtos da Neostrata com 10% e AHA para o corpo. O jeito é você optar por depilação definitiva, por que não gostou do LIP?

      • Priscilla 6 de agosto de 2012 at 14:28 #

        É, eu vi que não leva hidroquinona rss. Não sei, em mim não funcionou. E olha que minha pele é branca e os pelos escuros. Mas tem tanta promoção de depilação definitiva que de repente eu tento de novo :). Vc costuma fazer peelings? Já comprei um de TCA 12% que gostei, agora acho que vou comprar de glicólico a 30 e salicílico a 20. A Meire disse que vai fazer uma resenha sobre um produto de corpo similar ao Glytone que falei. Ele tem 25% de ácido glicólico!

      • Nando Goober 6 de agosto de 2012 at 14:34 #

        Nunca fiz, até uso uma loção com 1)% de AHA, mas é uma concentração baixa até.. em consultório nunca fiz.. receio mesmo.. minha pele deve reagir mal… já fica feia co laser só na barba.

  3. Cristina Gonçalves Imamura 11 de agosto de 2012 at 10:58 #

    aonde eu posso comprar??? quanto custa???

    • Nando Goober 11 de agosto de 2012 at 11:21 #

      Qual produto, preciso que especifique, pois a resenha faz menção a vários clareadores.

  4. Daniela 29 de agosto de 2012 at 11:10 #

    oi Nando, td bem? Sempre leio seus posts no “belezaesaude.dae” e aqui no seu blog tb e AMO suas dicas, tanto que já vou comprar o 2º frasco da loção HADALABO, q amei! Foi o único produto que não me deu alergia, nem deixou a pele oleosa, além de clarear um manchinha q eu tinha! E olha q desde criança eu trato do rosto, pois tenho um primo dermatologista! rsrsr Sou muito branquinha, super alérgica e com pele ultra sensível! Onde eu moro faz um mega calor e o sol é super forte (Araraquara/SP, aliás, é conhecida como “morada do sol”, já entendeu meu “drama”, né?! rsrsrsr
    Por isso, te pergunto: POSSO USAR PRA SEMPRE O HADALABO, ou tenho q parar um pouco?
    Quero dizer, estes produtos japoneses não são como as pomadas daqui, tipo Diferin, etc que vc tem q parar um tempo, né?!
    A gente pode usar estes clareadores que vc indica “p/ resto da vida”, p. ex., que td bem, né?!
    bj grande e obrigadapela atenção de sempre!

    • Nando Goober 29 de agosto de 2012 at 13:48 #

      Oi, tudo bem?

      Que bom..!! Tá vendo, cada pele reage de uma forma.. tenho leitores que não observaram nada com esta loção..

      Olha, como é um cosmético, você pode continuar usando.. não é medicamento.. pode usá-lo para prevenir manchas. Se quiser conhecer outros produtos, sem abrir mão da loção, tente usar o Aqualabel White.. tem em versão loção, emulsão, serum.. a textura é até mais confortável.

      Beijos e obrigado

      • Daniela 2 de setembro de 2012 at 17:41 #

        oi Nando, td bem? Obrigada pela dica deste Aqualabel White… li a resenha dele aqui no seu blog… Para minha pele que é super sensível e hiper clarinha, qual textura do Aqualabel White é melhor eu usar para tratar de manchas (tanto previnir quanto clarear)?
        E qual a ordem de uso junto com a loção HADALABO?
        bjão e obrigada pela atenção de sempre!

      • Nando Goober 3 de setembro de 2012 at 9:42 #

        Oi,

        Bom, a versão UP S eu achei ótima para peles mistas e oleosas. A ordem vai depender do produto, por exemplo, se você usa a loção hada labo, indico apenas a emulsão e o serum da Aqualabel White.. exatamente na ordem citada.

        Beijos.

  5. Artur 5 de setembro de 2012 at 12:42 #

    Olá, estou em busca de clarear umas manchas que tenho no nariz , adquiridas n adolescencia devido a muita exposição solar.Qual clareador asiatico voce me indicaria?Já uso protetor fator 30.Grato

  6. Artur 6 de setembro de 2012 at 13:09 #

    Obrigado pela atenção, as manchas que tenho não são sardas são arrendondadas e acastanhadas e qual produto contendo acido voce me indica para usar a noite?

    • Nando Goober 11 de setembro de 2012 at 10:33 #

      Para melhorar manchas o que eu prefiro e manter produtos que vão inibir a tirosinase e também ajudar na renovação celular. Ácidos noturnos eu gosto da tretinoina, mas tenho observado bons resultados com ácido salicílico. Durante o dia, você pode usar produtos com arbutin, niacinamida e vitamina C.. eu não tenho problemas de manchas, mas eu uso ácido tranexâmico que previne manchas ocasionadas pela inflamação do sol.. eu acho a linha Aqualabel White Up ótima para peles normais/ oleosas.. melhora a tonalidade da pele no sentido geral.. mas depende muito do uso diário e da fotoproteção.. se você abre mão de um ou de outro, manchas podem retornar..

      O conselho que eu sempre dou aqui para quem sofre com manchas é usar SEMPRE filtro solar e algum clareador, mesmo que alterne em ciclos de tratamentos.. se for melasmas, ai não tem o que remediar… se for manchas de sol que aparecem na infância/ adolescência.. quando você começa a tratá-las, até podem regredir, mas basta um descuido para retornarem.. e como estes tipos de manchas são acumulativas, na maturidade podem surgir mais..

      Eu não tenho pele pigmentada, mas se tivesse, eu não abriria mão de usar clareadores, que, ao contrário do que muitos pensam, servem tanto para clarear as manchas existentes quando prevenir futuras.. você observa isso nos cuidados de pele dos asiáticos: mesmo com a pele imaculadamente clara e sem manchas, eles usam algum clareador para prevenção. Já no Brasil, você só observa o uso de clareadores quando a pele já tem manchas..

  7. Daniela 13 de setembro de 2012 at 12:11 #

    oi Nando, td bem?! Aproveitando a dúvida do Artur, pergunto: qual desses produtos vc considera MELHOR para ajudar clarear manchas no rosto que estão leve, mas vira e mexe reaparecem: o Aqualabel White versão UP S que vc falou OU o Hadalabo Japan shirojyun Deep Whitening Emulsão Hidratante e/ou Hadalabo Japan shirojyun Deep Whitening Essence e qual a diferença entre os 3? Obrigada pela atenção, bj

    • Nando Goober 14 de setembro de 2012 at 11:46 #

      Oi dani, dê uma lida na resenha que postei… porque eu explico que nem tenho um “melhor”, mas o conjunto de tratamento..

      Aqualabel lida co duas formas de clareamento.. a Hada Lado, outra…. são ingredientes com ações distintas.. você pode se beneficiar usando a versão lotion de um e a versão essence de outra…

      Por feedback eu vejo eu leio que a aqualabel têm funcionado melhor, mas com melhora na tonalidade de modo geral.. manchas específicas ainda não deu para notar.. mas de modo geral, pode te ajudar na prevenção e aumento das que já existem.. aliado, sempre, ao filtro solar.

      • Daniela 15 de setembro de 2012 at 17:48 #

        OI Nando, muito obrigada pelas respostas!
        Acabei de ler sua resenha o Aqualabel S, publicada dia 14 de setembro e ADOREI para variar! Acho q é essa q vc me indicou, né?!
        Nela vc tb menciona o HADALABO nela, mas vc ainda não escreveu uma resenha específica sobre toda a linha HADALABO, né?! Pergunto isso pq não achei aqui no seu blog e vc mencionou que faria isso no Beleza e Saude da Celisa, se não me engano!
        Qdo vc tiver um tempinho, fala sobre a linha toda OU, se vc já fez, me passa o link por favor!
        Muito obrigada pela atenção e continue sempre nos “iluminando e clareando” as idéias! rsrs
        bjão

      • Nando Goober 17 de setembro de 2012 at 10:05 #

        Na minha resenha da semana passada eu falo da emulsão Aqualabel S e comento breve da Hada Labo, com o link da resenha que eu fiz para o Beleza e saúde, então, sevocê clicar no link vai parar na resenha dele.

        Bjs e obrigado.

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